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Exclusivo do FC!
O som de fundo desta página é uma exclusividade que o Dado proporcionou para o Fã-Clube quando a trilha sonora VINGANÇA foi lançada.

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Nome do Documentário: Braxília
Ano de Lançamento: 2010
Gênero: Documentário
Produção: Cor Filmes
Duração: 15 minutos
Direção e Roteiro: Danyella Proença
Assistente de Direção: Bruno Caldas
Produção Executiva: Andréa Glória
Direção de Produção: Lelê Cristina
Assistente de Produção: Kamala Ramers
Secretária de Produção: Roseli Lima
Direção de Fotografia: André de Macedo
Assistente de Fotografia: Cecéu Rodrigues
Maquinista: Alexandre Rodrigues
Eletricista: Zé Bessa
Direção de Arte: Allan de Lana e Rodrigo Paglieri
Artista Colaborador: Gaspare di Caro
Música Original: Dado Villa-Lobos
Sinopse:
    Braxília é um documentário cujo foco é o olhar do poeta Nicolas Behr sobre Brasília. Com duração aproximada de 15 minutos, o documentário discute as possibilidades da simbiose entre Brasília e Braxília, cidade inventada pelo poeta.
    O documentário percorre os (des)caminhos de Braxília ao lado de Behr, utilizando seus poemas como fios condutores. Buscando uma linguagem lúdica e poética, o filme pauta-se em três eixos fundamentais: entrevistas com Behr; poemas narrados pelo poeta, e intervenções no cenário urbano, com poemas grafados em diferentes suportes arquitetônicos.

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Nome do Longa-Metragem: Malu de Bicicleta
Ano de Lançamento: 2010
Gênero: Longa-metragem
Ano de Produção:2009
Produtora: Tambellini Filmes
Direção e Produção: Flávio Tambellini
Roteiro: Marcelo Rubens Paiva
Colaboração no Roteiro: Bruno Mazzeo e João Avelino
Diretor de Fotografia: Gustavo Hadba
Montagem: Sérgio Melker e Quito Ribeiro
Música Original: Dado Villa-Lobos
Figurino: Bettine Silveira
Elenco:
    Marcelo Serrado (Luiz)
    Fernanda Freitas (Malu)
    Marjorie Estiano (Sueli)
    Jorge Salomão (Orfeu)
    Maria Manuella (Cris)
    Caca Manica (Gatinha)
    Eriberto Leão (Garçon)
    Juliana Lohmann (Renata)
    Thelmo Fernandes (Oliveira)

Sinopse:
    Baseado no livro de Marcelo Rubens Paiva, o filme conta a história de Luiz Mario, um empresário da noite paulistana e bon vivant que coleciona casos amorosos. Ele tem aos seus pés mulheres de todos os tipos, com quem vive romances tórridos, mas não se envolve emocionalmente com nenhuma delas. Até que um dia, de passagem pelo Rio de Janeiro, apaixona-se perdidamente pela carioca Malu, que o atropela de bicicleta na ciclovia do Leblon.
    O casal vive um romance perfeito, que é abalado com a descoberta de uma enigmática carta de amor. A partir daí a história dos dois é virada de cabeça para baixo. Luiz Mario se transforma na medida em que o ciúme toma conta da relação. Até que ponto a imaginação pode afetar um romance?

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Nome do Longa-Metragem: Vingança
Ano de Lançamento: 2008
Gênero: Longa-metragem
Cidade: Rio de Janeiro
Duração: 116 minutos
Ano de Produção: 2008
Produção: Pax Filmes
Distribuição: Riofilme
Direção, Roteiro e Produção: Paulo Pons
Produção Executiva: Danielle Penteado e Alceu Passos
Direção de Produção: Diego Catta Preta
Produção de Elenco: Daniel Vieira
Fotografia: Thiago Lima Silva
Montagem: Bernardo Jucá
Música Original: Dado Villa-Lobos
Som Direto: Ives Rosenfeld e Felippe Mussel
Edição de Som: Gabriel Musak
Direção de Arte e Figurino: Joana Lima
Assistência de Direção e Continuidade: Bruno Duarte
Platô: Diego Cattapreta e Kiko Müller
Primeira Assistência de Câmera: Pedro Faerstein
Assistência de Produção: Fernandinho Weicamp, Mano, Daniel e Isabel Veiga
Produção de Arte e Figurino: Andreza Ricci e Marssele Medeiros
Maquiagem: Josi Elbas, Juka Goulart e Lena
Fotografia Still: Rafael Matra
Making Of: André Markwald
Design Gráfico: Daniel Strauch
Documentação: Diego Ribeiro
Elenco:
    Erom Cordeiro (Miguel)
    Branca Messina (Carol)
    Barbara Borges (Camila)
    Marcio Kieling (Bruno)
    José de Abreu (Adão Ramalho)
    Guta Stresser (Raquel)
    Emiliano Ruschel (Luciano Ramalho)
    Miguel Nader (Sazão)

Sinopse:
    Numa pequena cidade do interior do Rio Grande do Sul, a filha (Bárbara Borges) de um rico fazendeiro (José de Abreu) é violentada e abandonada na beira de um rio. Meses depois, Miguel (Erom Cordeiro), um rapaz misterioso e solitário, chega ao Rio de Janeiro e passa a perseguir uma jovem carioca, Carol (Branca Messina) com quem inicia um estranho relacionamento. Carol tem um irmão, Bruno (Márcio Kieling), que mora na Austrália e que acabara de chegar ao Rio para passar alguns dias. Juntos eles vão a uma festa, onde Sazão (Miguel Nader) amigo de Carol e Bruno, é golpeado e quase morto. Sazão não identifica o agressor. Na mesma noite da festa, Camila chega ao Rio de janeiro e faz revelações que conduzem a história para um novo e inesperado caminho.

Indicações:
    O filme Vingança foi selecionado entre os seis filmes de longa-metragem que concorrem a Melhor Filme no 36° Festival de Cinema de Gramado (10 a 16 de agosto de 2008).
    Vingança também concorreu a uma série de indicações: Melhor Direção, Melhor Roteiro, Melhor Direção de Fotografia, Melhor Montagem, Melhor Direção de Arte, Melhor Trilha Sonora Original, Melhor Prêmio do Júri da Crítica, Melhor Prêmio do Júri Popular, e ainda os atores Erom Cordeiro e Branca Messina concorrem como atores principais e Bárbara Borges, José de Abreu, Marcio Kieling e Guta Stresser concorrem como atores coadjuvantes.

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Nome do Longa-Metragem: Podecrer!
    Baseado no livro "Podecrer!", de Marcelo O. Dantas
Ano de Lançamento: 2007
Gênero: Longa-metragem
Empresas Produtoras: Conspiração Filmes e Sony Pictures do Brasil
Uma produção: Conspiração Filmes
Em associação com: Teleimage e Quanta Centro de Produções
Direção e Produção: Arthur Fontes
Roteiro: Marcelo O. Dantas
Produção Executiva: Leonardo Monteiro de Barros, Luiz Noronha e Pedro Guimarães.
Produtor Associado: Pedro Buarque de Hollanda
Co-produtor: Patrick Staretta
Direção de Fotografia: Gustavo Hadba
Direção de Arte: Gualter Pupo Filho
Figurinos: Cláudia Kopke
Montagem: Marcelo Moraes
Música Original: Dado Villa-Lobos
Arranjos e Riffs da Banda Podecrer! Roberto Frejat
Produtor Delegado: Rômulo Marinho
Diretor de Produção: Guto Vaz
Maquiagem: Maria Inês Moura
Som Direto: Valéria Ferro e Renato Calaça
Edição de Som: Dos Outros
Mixagem: José Luiz Sasso
Seleção Musical: Arthur Fontes e Marcelo O. Dantas
Produtor de Elenco: Candé Salles
Elenco:
    Dudu Azevedo
    Maria Flor
    Gregório Duvivier
    Sílvio Guindame
    Marcelo Adnet
    Fernanda Paes Leme
    Liliana Castro
    Erika Mader
    Julia Gorman
Participações Especiais:
    Malu Mader
    José de Abreu
    Patricya Travassos
    Lulu Santos
Ator Convidado: Stepan Nercessian

Sinopse:
    Rio de Janeiro, 1981, ano de formatura no Colégio São Jorge. Um grupo de amigos vive as aventuras, romances e tormentos que fazem parte da vida de qualquer jovem ao longo do último ano do colegial.
    A nova aluna Carol, filha de exilados políticos, acaba de retornar ao Brasil e é logo bem recebida pelas inseparáveis amigas Melissa e Silvinha, que a apresentam ao resto da turma: os meninos João, Tavico, PP e Marquinho, que integram a banda de rock mais conhecida do colégio; e também as suas oponentes, as ricas "patricinhas" Ana Claudia e Duda, que as desafiam em todos os sentidos: nos esportes e, sobretudo, nas azarações.
    João, um garoto sonhador e sensível, ganha de cara a simpatia da doce e inteligente Carol. Apesar da mútua atração, eles passam por seguidos desencontros, devido principalmente aos charmes perturbadores de Ana Cláudia - a menina mais bonita do colégio, agora decidida a conquistar o colega guitarrista.
    O ano vai passando entre festas, praia, surf, namoros e a inevitável preocupação com o vestibular e o futuro. Enquanto isso, a atrevida Melissa precisa se desdobrar para administrar incólume o triângulo amoroso que mantém com os aloprados PP e Marquinho, sem que um saiba do outro. Silvinha sofre o desencanto de ver seu ex-namorado Tavico se aproximar da socialite Duda.
    O envolvimento com Duda e o desejo de ascender socialmente provocam uma mudança drástica no comportamento de Tavico, que se afasta dos amigos e inicia um estágio no escritório do pai da namorada. João cobra uma participação mais efetiva do companheiro na banda, causando um desentendimento entre os dois e a saída de Tavico do conjunto.
    Carol, que sonha se tornar cineasta, registra com sua câmera Super 8 o cotidiano do colégio através de depoimentos dos alunos, cada um com suas filosofias, devaneios, ideologias e particularidades. As badernas, zombarias, traquinagens e atividades ilícitas são sempre censuradas pelo rigoroso mas ludibriável inspetor Fleury.
    Quando o romance de João e Carol finalmente engata, uma das investidas de Ana Cláudia joga tudo por água abaixo; justamente na hora em que Carol revelaria a ele a inesperada e preocupante notícia que acabara de confirmar: está grávida.
    A farra de Melissa com PP e Marquinho não pára de esquentar, até que o inevitável acontece: desmascarada pelos dois, vai ter que escolher entre um ou o outro.
    O final do ano letivo está próximo, o vestibular se aproxima e várias questões permanecem sem solução. João e Carol vão ficar juntos? Melissa vai escolher PP ou Marquinho? A banda seguirá em frente sem Tavico?
    O certo é que o último ano do colégio é inesquecível para qualquer pessoa. Podecrer!

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Nome do Longa-Metragem: Pro Dia Nascer Feliz
Data de Lançamento: 02/02/2007
Duração: 88 minutos
Gênero: Documentário
Direção, Roteiro e Montagem: João Jardim
Produção: Flávio R. Tambellini
Co-Produção: Globo Filmes, Tambellini Filmes, Fogo Azul Filmes
Diretor de Fotografia: Gustavo Hadba
Música: Dado Villa-Lobos
Estúdios: Ravina Filmes / Fogo Azul Filmes
Distribuição: Copacabana Filmes
Som: Heron Alencar, Aluisio Compasso
Edição de Som: Waldir Xavier
Mixagem: Tom Paul
Direção de Produção: Gabriela Weeks

Sinopse:
    "Pro Dia Nascer Feliz" é o segundo longa-metragem do diretor João Jardim, diretor do cultuado documentário "Janela da Alma" (2002). Através de uma investigação do relacionamento do adolescente com a escola - ambiente fundamental em sua formação - o diretor traz à tona, além de questões comuns a qualquer adolescente dentro do ambiente escolar, questões como a desigualdade social e o impacto da banalização da violência no desenvolvimento de muitos desses jovens.
    As situações que o adolescente brasileiro enfrenta na escola, envolvendo preconceito, precariedade, violência e esperança. Adolescentes de 3 estados, de classes sociais distintas, falam de suas vidas na escola, seus projetos e inquietações.

Trilha sonora:
    A busca de uma sonoridade capaz de expressar ao mesmo tempo romantismo e rebeldia, as duas faces mais extremas da juventude, levou João Jardim a procurar o guitarrista e compositor Dado Villa-Lobos para compor a música original de seu novo filme. "Eu queria que o filme tivesse uma música capaz de refletir a juventude que está representada ali, e, ao mesmo tempo, essa angústia típica da adolescência. E o Dado é um músico que reúne essas características".
    Com experiência na criação de trilhas para longas-metragens de ficção (Bufo & Spallanzani, O Homem do Ano, Mandrake), em sua primeira incursão pelo documentário, o guitarrista da extinta Legião Urbana recorre basicamente ao violão e à guitarra para construir a identidade sonora de Pro Dia Nascer Feliz. Alternando suavidade e inquietação, a música vai tomando mais corpo, com pitadas de contrabaixo, bateria, percussão e teclados. "Eu levava os rascunhos para a ilha de edição, pra gente sentir como funcionava com a imagem; depois, ia pro meu estúdio e desenvolvia melhor os temas. Mas, em geral, o João preferia os meus rascunhos".

Premiações:
- Kikitos de Ouro de Melhor Filme - Júri Popular, Melhor Trilha Sonora, o Prêmio Especial do Júri e o Prêmio da Crítica, no Festival de Gramado.

- Prêmio de Melhor Documentário - Júri Oficial, o Prêmio da Juventude e o Prêmio Bombril de Melhor Documentário Brasileiro, na Mostra de Cinema de São Paulo.

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Nome do Longa-Metragem: Os Porralokinhas
Data de Lançamento: 25/12/2006
Gênero: Comédia infantil
Direção: Lui Farias (marido de Paula Toller)
Trilha sonora: Dado Villa-Lobos
Estúdio/Distribuição: UIP
Elenco:
    Flávio Migliaccio
    Heloisa Périssé
    Denise Fraga

Sinopse:
    Tio Maneco e um grupo de crianças têm que fazer de tudo para impedir que um talismã caia nas mãos do bandido Pierre Caimão.

Trilha sonora:
    Paula Toller e o raper De Leve fizeram parceria em uma música do Dado Villa-Lobos.
    De Leve (03/12/2006):
    "Fiz uma interpretação de uma música de Dado Villa-Lobos e Paula Toller que é (será) trilha de um filme infantil que sairá em breve. Mandei um email pro Dado quando lancei meu disco Manifeso 1/2 171 e ele não só me respondeu como me fez este convite dias depois. Foi uma surpresa agradabilíssima pra eu poder fazer esta interpretação. E eu nem o conhecia. Ele disse que em algumas partes da música eu canto com a Paula. Ela, eu não só não a conhecia como não conheço aé hoje, haha. O que não é a tecnologia. Gravamos em dias separados e nem nos conhecemos, mas fizemos uma 'parceria'. Pelo menos foi o que ele disse. Eu mesmo não ouvi ainda. Gostaria muito. Mas aviso: não é rap, é meio spoken-word (falado ou falação em bom português) junto com uma criançada que faz o coro da canção".

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Nome do Seriado: Mandrake
    Exibido para toda a América Latina, "Mandrake", série em oito capítulos inspirada nos contos do escritor Rubem Fonseca. A série traz Marcos Palmeira como o personagem-título, e conta também com Maria Luisa Mendonça.
Data de lançamento: Estreiou 30/10/2005
Onde: Canal HBO (TVA: canal 62 | DirecTV: 521 | Net: 71)
Quando: Todos os domingos, às 23h
Reprises: Terças-feiras, às 23h
Direção geral: José Henrique Fonseca
Produtores Executivos: Luis F. Peraza, Leonardo Monteiro de Barros, Pedro Buarque de Hollanda e José Henrique Fonseca
Direção dos Episódios:
    José Henqrique Fonseca (episódios 1 e 4)
    Toni Vanzolini (episódio 2)
    Arthur Fontes (episódios 3 e 8)
    Carolina Jabor (episódio 5)
    Lula Buarque de Hollanda (episódio 6)
    Cláudio Torres (episódio 7)
Roteiros: José Henrique Fonseca, Felipe Braga e Tony Bellotto
Direção de Fotografia: Rômulo Marinho
Produtor: Gustavo Hadba e Paulo Souza
Direção de Arte: Gualter Pupo e Luiz Henrique Pinto
Diretor-Assistente: André Barros
Montagem: Pedro Amorim e Marcelo Moraes
Música Original: Dado Villa-Lobos
Música-Tema: "Work Song", composta por Charles Mingus
Direção de Produção: Guto Vaz
Coordenação de Produção: Samanta Moraes
Coordenação de Pós-Produção: Veruschka Bäuerle
Figurino: Reka Koves e Cláudia Kopke
Maquiagem: Juliana Mendes e Lu de Moraes
Som Direto: Paulo Ricardo Nunes
Edição de Som: Eduardo Pop
Mixagem: Ben Hur Machado
Empresas Produtoras: Conspiração Filmes e Brasil Distribution LLC

Sinopse:
    Mandrake é um advogado criminalista do Rio de Janeiro. Inteligente, jovem e sedutor, é especialista em casos de chantagem e extorsão. Seus clientes são quase sempre personagens da alta sociedade carioca, que o procuram quando se vêem reféns do baixo-mundo que secretamente freqüentam.
    Mandrake circula com desenvoltura por dois universos: de um lado, o do dinheiro, da alta-sociedade e da sofisticação (mas também o da corrupção e da hipocrisia); e de outro, o universo prostituto e lascivo dos chantagistas, dos oportunistas, dos golpistas de ocasião. Cético, desiludido com as convenções e normas sociais, deixa claro aos próprios clientes - com uma ironia corrosiva - seu desprezo pelos ricos e colunáveis, não raramente simpatizando com os marginais com os quais ele deve negociar. Aos seus olhos, os golpes dados por garotas de programa, pequenos traficantes e detetives de quinta categoria não são piores que aqueles aplicados cotidianamente por banqueiros, políticos e homens de negócio. Isso não significa, no entanto, que Mandrake deixe de cumprir com suas obrigações. Ele cobra caro por isso, resolvendo a situação com discrição, sem envolvimento da polícia ou uso de violência, apenas utilizando sua inteligência e lábia.

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Nome do Longa-Metragem: O Homem do Ano
Ano de Lançamento: 2003
Gênero: Ação/ Policial
Duração: 116 min
Direção: José Henrique Fonseca
Roteiro: Rubem Fonseca, José Henrique Fonseca, Patrícia Melo
Produção: Flávio R. Tambellini
Trilha Sonora: Dado Villa-Lobos
Estúdio: Conspiração Filmes
Distribuição: Warner Home Vídeo
Elenco:
    Murilo Benício - Máiquel
    Cláudia Abreu - Cledir
    Natália Lage - Érica
    Jorge Dória - Dr. Carvalho
    Carlo Mossy - Delegado Santana
    André Barros - Marlênio
    Mariana Ximenes - Gabriela
    André Gonçalves - Galego
    Agildo Ribeiro - Zilmar
    Amir Haddad - Gonzaga
    José Wilker - Silvio
    Paulinho Moska - Enoque
    Perfeito Fortuna - Robinson
    Marilu Bueno - Mãe de Cledir
    Lázaro Ramos - Marcão
    Vic Militello - Tia Laura
    Wagner Moura - Suel
    José Henrique Fonseca - Caju
    Maurício Gonçalves - Detetive Max

Sinopse:
    A história se passa na periferia da Baixada Fluminense. Máiquel (Murilo Benício) é um cara comum que por causa de uma ingênua aposta entre amigos acaba entrando para o crime e se torna um matador de aluguel respeitado por bandidos, pela polícia e pela população. Deixando-se levar pelos acontecimentos, é também amado por duas mulheres. Até que comete seu primeiro erro e é obrigado a tomar de volta o controle do seu destino.
    Merece destaque a trilha sonora eclética, constituída desde canções do romantismo brega americano até Iggy Pop, passando por Hildon e Legião Urbana. Adaptado do romance O Matador, de Patrícia Melo.

Trilha sonora:
    Para traduzir em sons e ritmos a história do homem comum que, após algumas desafortunadas conspirações cotidianas, transforma-se em um matador e vê sua vida virar do avesso, optou-se por fundir os dois tipos de trilha sonora em um único CD. Assim sendo, O Homem do Ano (EMI-Odeon) chega às lojas junto com o filme com uma seleção de músicas mais "comerciais" e metade com composições (quase) instrumentais, espécies de texturas que dão cor e nuances aos frames projetados na tela.
    Na parte "cantada", chama a atenção a grande quantidade de boleros - elemento que reforça a veia urbano-popular da história. Do fundo do baú, ressurgem com força total dois ícones de décadas atrás. Cauby Peixoto solta a franga na versão em português de "Avec", hit da chansoniére francesa composto por Franck Pourcel e Charlez Aznavour - que, por sinal, é atualíssimo e pede para ser descoberta por alguma banda indie norte-americana. Os saudosistas também podem vibrar com Lucho Gatica e seu standard "Sabor A Mi". Hyldon, soulman brasileiro dos anos 70 que nos últimos anos vem sendo cultuado e redescoberto, abre o disco com "As Dores do Mundo", soul finíssimo e que pende para a veia abolerada da música brasileira daquela época.
    Há ainda faixas sortidas (Fernanda Abreu com um charm do seu primeiro disco solo; progressões eletrônicas que fazem a festa dos fãs de ambient trance; surf music californiana made in Rio de Janeiro) e um petardo dos hermanos Los Fabulosos Cadillacs. "El Matador", não é tão nova assim e ainda caiu feito uma luva para a história adaptada do best-seller da escritora Patrícia Melo. É um samba-reggae literalmente matador, de fazer inveja a qualquer popstar da música baiana. É uma aula rítmica que músicos do primeiro escalão do mercado fonográfico brasileiro parecem ter esquecido em alguma prateleira de grande gravadora.
    Dado Villa-Lobos é o responsável pela trilha "incidental". Passeia entre o climático e o pesado e ainda se arrisca em uma curiosa regravação de "Bolero", de Ravel. Criativo, optou por um arranjo de apenas dois minutos (o que evitou a repetição que marca a composição original e ainda enche o saco de muita gente) e ainda adicionou vibratos e teclados bastante soturnos à melodia traçadas pelas cordas mais graves da guitarra. De quebra, Jayme Villa-Lobos (com certeza, parente) regrava a beleza do minimalismo de Erik Satie ("Les Trois Valses Distinguées du Précieux Dégoute").

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Nome do Longa-Metragem: Bufo & Spallanzani
Ano de Lançamento: 2001
Gênero: Drama
Duração: 96 minutos
Estúdio/Distribuidora: Conspiração Filmes
Direção: Flávio R. Tambellini
Trilha Sonora: Dado Villa-Lobos
Elenco:
    José Mayer - Ivan Canabrava
    Gracindo Junior - Dr. Eugênio
    Isabel Guéron - Minolta
    Juca de Oliveira - Ceresso
    Maitê Proença
    Tony Ramos
    Zezé Polessa
    Matheus Natchergaele
    Mílton Gonçalves

Sinopse:
    Ivan Canabrava (José Mayer) é um detetive da Companhia Panamericana de Seguros que está investigando o caso de um fazendeiro, que morreu pouco após fazer um seguro de um milhão de dólares. Desconfiado de que a empresa onde trabalha esteja sendo vítima de uma fraude, Ivan passa a investigar a viúva e descobre, no apartamento do casal, um sapo morto e uma planta exótica. Pesquisando sobre o assunto com a ajuda do cientista Ceresso (Juca de Oliveira) e a jovem Minolta (Isabel Guerón), Ivan passa então a se envolver cada vez mais com suas investigações, o que desagrada seu chefe (Gracindo Junior).

Trilha sonora:
    Esse é o primeiro trabalho de Dado Villa-Lobos depois do fim da Legião Urbana. A trilha sonora do filme foi muito elogiada, ganhando diversos prêmios. Dado não compôs nenhuma letra das três músicas, ele fez somente as músicas e convidou diversos amigos para compor as letras e para gravar as canções. Dado: "Acontece que para fazer o disco da trilha eu escolhi mais alguns temas e chamei umas pessoas para botar as letras, o Fausto no tema do detetive, o Humberto Efê que escreveu a música Natureza. Era para equilibrar um pouquinho disco, não ficar tão pesado, modorrento".
    Um músico experiente, estreando na criação de trilhas sonoras. Um best-seller policial sob a direção de um renomado produtor. A química não poderia ser outra: uma trilha instigante para um filme surpreendente.
    Flávio Tambellini convidou Dado Villa-Lobos para fazer a trilha sonora de seu primeiro longa-metragem "Bufo & Spallanzani" a partir da indicação de um amigo comum. A harmonia do encontro entre o produtor de "Orfeu" e "Eu, Tu, Eles" e o guitarrista da Legião Urbana pode ser avaliada pela sincronia entre música e imagens do filme.
    Todo o conceito da trilha sonora foi elaborado por Dado. O trabalho de composição, gravação e edição durou quatro meses, mas o registro no CD é um pouco diferente do que se ouvirá no cinema. No disco, as músicas ganharam uma versão maior e, algumas, mereceram letra e voz.
    Desde que se envolveu com o projeto, Dado tinha certeza de que teria que usar sons de sapo. Para compor "Piretrum Partenium" (nome científico do veneno que faz parecer morto), o guitarrista contou com a colaboração do professor Carlos Jaredi, do Laboratório de Biologia Celular do Instituto Butantã (SP), que autorizou a gravação de barulhos de anfíbios do Instituto para formar a atmosfera que Dado imaginara.
    A música tema do filme, "Bufo & Spallanzani: Dentro de ti", de Dado e Humberto Effe, foi a primeira a ser composta. O tom grave de Cássia Eller marca o clima noir do trailler e encerra a trama.
    A segunda faixa é "O mal é contagioso" (Dado Villa-Lobos, Gustavo Dreher e Fausto Fawcett). No álbum, a récita de Fawcett dá o tom sarcástico numa canção em que Mefistófeles personagem demoníaco de "Fausto", de Goethe é várias vezes invocado. O ator Tony Ramos, que interpreta o inspetor de polícia incorruptível, gravou uma participação especialíssima no final, dizendo simplesmente "o mal é contagioso".
    Além de Cássia Eller e Fausto Fawcett, as outras duas vozes que podem ser ouvidas no CD são a de Toni Platão, em "A Valsa", e a de Thalma de Freitas, em "Natureza". Nesta última, aliás, foram incluídos versos de "Soleil et chair", do poeta francês do século XIX Arthur Rimbaud, declamados por Dado.
    As belas imagens filmadas na Serra da Bocaina, aonde o protagonista vai se refugiar, inspiraram "Bocaina", uma das parcerias de Dado com Gustavo Dreher, co-produtor da trilha. Da mesma dupla, "Spallanzani" é conduzida pelas cordas hindus de um sitar.
    Outras músicas que mantiveram sua versão instrumental no CD são: "Polaroid e pistola", "Persecution", "O teclado sintético", "O apartamento de Ira", "Boate estaca" e "Galeria Menescal".
    Se o filme já arrebatou inúmeros prêmios em diversos festivais onde foi apresentado, a trilha sonora de "Bufo & Spallanzani" também não engoliu sapo: foi vencedora em sua categoria no 5º Festival de Cinema Brasileiro de Miami.

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"Não sei nem se estou mais na minha, nem na sua vida"
"Não percebi correntes me prendendo aqui até o instante em que tentei partir."
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